O BlogBESSS...

Bem-Vindos!


Blog ou Blogue, na grafia portuguesa, é uma abreviatura de Weblog. Estes sítios permitem a publicação e a constante atualização de artigos ou "posts", que são, em geral, organizados através de etiquetas (temas) e de forma cronológica inversa.


A possibilidade de os leitores e autores deixarem comentários, de forma sequencial e interativa, corresponde à natureza essencial dos blogues
e por isso, o elemento central do presente projeto da Biblioteca Escolar (BE).


O BlogBESSS é um espaço virtual de informação e de partilha de leituras e ideias. Aberto à comunidade educativa da ESSS e a todos os que pretendam contribuir para a concretização dos objetivos da BE:

1. Promover a leitura e as literacias;

2. Apoiar o desenvolvimento curricular;

3. Valorizar a BE como elemento integrante do Projeto Educativo;

4. Abrir a BE à comunidade local.


De acordo com a sua natureza e integrando os referidos objetivos, o BlogBESSS corresponde a uma proposta de aprendizagem colaborativa e de construção coletiva do Conhecimento, incentivando ao mesmo tempo a utilização/fruição dos recursos existentes na BE.


Colabore nos Projetos "Autor do Mês..." (Para saber como colaborar deverá ler a mensagem de 20 de fevereiro de 2009) e "Leituras Soltas..."
(Leia a mensagem de 10 de abril de 2009).


Não se esqueça, ainda, de ler as regras de utilização do
BlogBESSS e as indicações de "Como Comentar.." nas mensagens de 10 de fevereiro de 2009.


A Biblioteca Escolar da ESSS


PS - Uma leitura interessante sobre a convergência entre as Bibliotecas e os Blogues é o texto de Moreno Albuquerque de Barros - Blogs e Bibliotecários.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Teste Formativo de Português (11º I) - Fevereiro 2013


      Prof. João Morais ,  26 fevereiro de 2013


Teste Formativo de Português

I

Lê atentamente a seguinte passagem do Frei Luís de Sousa, analisada em aula:

   Virou-se-me a alma toda com isto: não sou já o mesmo homem. Tinha um pressentimento do que havia de acontecer… parecia-me que não podia deixar de acontecer… e cuidei que o desejava enquanto não veio. Veio, e fiquei mais aterrado, mais confuso que ninguém! Meu honrado amo, o filho de meu nobre senhor, está vivo… O filho que eu criei nestes braços… Vou saber novas certas dele, no fim de vinte anos de o julgarem todos perdido; e eu, eu que sempre esperei, que sempre suspirei pela sua vinda… – era um milagre que eu esperava sem o crer! – eu agora tremo… É que o amor destoutra filha, desta última filha, é maior, e venceu… venceu… apagou o outro… Perdoai-me, Deus, se é pecado. Mas que pecado há de haver com aquele anjo? Se me ela viverá, se escapará desta crise terrível! Meu Deus, meu Deus (ajoelha), levai o velho que já não presta para nada, levai-o, por quem sois! (Aparece o Romeiro à porta da esquerda, e vem lentamente aproximando-se de Telmo, que não dá por ele.) Contentai-vos com este pobre sacrifício da minha vida, Senhor, e não me tomeis dos braços o inocentinho que eu criei para vós. Senhor, para vós… mas ainda não, não mo leveis ainda. Já padeceu muito, já traspassaram bastantes dores aquela alma; esperai-lhe com a morte algum tempo!...
Questionário
             Documentando, sempre que for oportuno, as tuas afirmações com passagens do texto, responde ao seguinte questionário:
          1- Localiza este excerto na estrutura trágica da obra. Justifica a tua resposta.
     2 - Referindo-te ao modo como se vai representando a sua ideologia e as suas vivências interiores, apresenta a conceção da personagem em cena.
          3 – Imagina que te coube a tarefa de encenar o Frei Luís de Sousa. Concebe uma instrução que devas dar ao ator que interpretará a personagem Telmo. Justifica a escolha dessa instrução.
       4 - A tensão vai variando de intensidade ao longo desta cena? 
             Justifica a tua resposta.

II

      Lida a «Memória ao Conservatório Real», de Almeida Garrett, indica se as asserções que seguem são verdadeiras (V) ou falsas (F).

1.      Prometeu Agrilhoado é uma tragédia de Sófocles e Rei Édipo, de Eurípedes.
2.      Dizer que o “verbo” pode “modificar os pensamentos” equivale a dizer que o teatro e a literatura não têm uma função pragmática, que é uma característica do Romantismo.
3.      Com a expressão “Eu sacrifico às musas de Homero, não às de Heródoto”, Garrett valoriza a verdade em detrimento da verosimilhança.
4.      Dizer que o “verbo” pode “modificar os pensamentos” opõe-se ao facto de o teatro e a literatura terem uma função pragmática, que é uma característica do Romantismo.
5.      Garrett faz depender a função da arte da sua inteligibilidade.

III

Num texto expositivo argumentativo de 250 palavras, comenta as seguintes palavras de Palmira Nabais acerca do Frei Luís de Sousa:“Todos os elementos se conjugam pois uns com os outros de modo a tornar a história coerente, sem artifícios inúteis, antes concorrendo todos para o mesmo fim […].”

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