O BlogBESSS...

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Blog ou Blogue, na grafia portuguesa, é uma abreviatura de Weblog. Estes sítios permitem a publicação e a constante atualização de artigos ou "posts", que são, em geral, organizados através de etiquetas (temas) e de forma cronológica inversa.


A possibilidade de os leitores e autores deixarem comentários, de forma sequencial e interativa, corresponde à natureza essencial dos blogues
e por isso, o elemento central do presente projeto da Biblioteca Escolar (BE).


O BlogBESSS é um espaço virtual de informação e de partilha de leituras e ideias. Aberto à comunidade educativa da ESSS e a todos os que pretendam contribuir para a concretização dos objetivos da BE:

1. Promover a leitura e as literacias;

2. Apoiar o desenvolvimento curricular;

3. Valorizar a BE como elemento integrante do Projeto Educativo;

4. Abrir a BE à comunidade local.


De acordo com a sua natureza e integrando os referidos objetivos, o BlogBESSS corresponde a uma proposta de aprendizagem colaborativa e de construção coletiva do Conhecimento, incentivando ao mesmo tempo a utilização/fruição dos recursos existentes na BE.


Colabore nos Projetos "Autor do Mês..." (Para saber como colaborar deverá ler a mensagem de 20 de fevereiro de 2009) e "Leituras Soltas..."
(Leia a mensagem de 10 de abril de 2009).


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BlogBESSS e as indicações de "Como Comentar.." nas mensagens de 10 de fevereiro de 2009.


A Biblioteca Escolar da ESSS


PS - Uma leitura interessante sobre a convergência entre as Bibliotecas e os Blogues é o texto de Moreno Albuquerque de Barros - Blogs e Bibliotecários.

domingo, 30 de novembro de 2014

O Sermão de Santo António: pregar aos peixes para moralizar os homens

Trabalho realizado pela aluna Maria Miguel Cunha, nº 20, do 11º G
Prof. João Morais

     No Sermão de S. António, o Padre António Vieira pretende moralizar os Homens, pregando aos peixes.
     Antes de mais, deve notar-se que todo o sermão é uma alegoria, pois em todo ele os peixes são uma metáfora de Homens. Isto acontece porque António Vieira, à imitação de Santo António, percebendo que os Homens não ouviam o que ele tinha para lhes dizer, mudou de auditório e pregou voltado para o mar: “ […] quero hoje, à imitação de Santo António, voltar-me da terra ao mar, e já que os homens se não aproveitam, pregar aos peixes […]”. A situação de sermão alegórico apresentada foi possível devido à grande engenhosidade do discurso de Vieira que, ao longo do texto, utilizou variadíssimos recursos para este efeito, como são exemplo as inúmeras analogias.
     Com o conceito predicável “Vos estis sal terrae” que começa por expor, Vieira pretende passar a mensagem de que os Homens são o sal da terra, ou seja, os pregadores que, a partir da sua boa doutrina, purificarão os seus ouvintes. No entanto, os homens não cumprem o seu dever, pois a raça humana encontra-se corrompida e em pecado. É a partir deste conceito que Vieira irá desenvolver o resto do sermão, louvando as virtudes dos peixes, que contrastam com os defeitos humanos, e censurando os vícios e comportamentos dos homens através do exemplo dos peixes. 
     Vieira começa por louvar os peixes, no geral, pelas suas qualidades divinas: “[…] aquela obediência, […] e aquela ordem, quietação e atenção com que ouvistes a palavra de Deus da boca de seu servo António.”; louva-os também “[…] por este respeito e devoção que tivestes aos pregadores da palavra de Deus […]”. Depois louva-os pelas suas qualidades naturais: os peixes não se domesticam e vivem em retiro, longe do pecado dos homens. De seguida, Vieira aponta alguns casos particulares de peixes com qualidades exemplares, como o são o peixe de Tobias, a Rémora, o Torpedo, e o Quatro-olhos, comparando-os com as qualidades de Santo António. O peixe de Tobias tem propriedades curativas e purificadoras; a Rémora tem o mesmo tamanho pequeno e a mesma força que a língua de Santo António; o Torpedo faz tremer os pescadores como Santo António faz “tremer” as consciências; e o Quatro-olhos olha simultaneamente para cima e para baixo, tal como Santo António nos faz olhar para o bem e para o mal.
     De seguida, são tratadas as repreensões gerais dos peixes, que Vieira também equipara com as dos Homens. Primeiramente, Vieira aponta que os peixes se comem uns aos outros, tal como os homens se destroem mútua e constantemente para atingirem os seus objetivos. Para tornar mais explícita esta analogia dos peixes com os homens, Vieira afirma que os peixes são “[…] todos criados no mesmo elemento, todos cidadãos da mesma pátria, e todos finalmente irmãos […]”, ou seja, utiliza expressões que remetem para a organização social da vida humana, e recorre a exemplos de instituições criadas pelos humanos, como a justiça, a saúde, e a família. Na segunda repreensão, Vieira critica a ignorância e a cegueira dos Homens, de novo através de analogias com os peixes, que, tal como estes, facilmente são pescados: “[…] quanto me lastima em muitos de vós é aquela tão notável ignorância e cegueira que em todas as viagens experimentam os que navegam para estas partes. […] Mas nem por isso vos negarei que também cá se deixam pescar os homens pelo mesmo engano, menos honrada e mais ignoradamente.”. Tal como os peixes se deixam enganar pelos engenhos dos pescadores, os homens deixam-se muito facilmente enganar por aqueles que se tomam como seus superiores em inúmeras situações da sua vivência, como na colonização, nos Descobrimentos, nas ordens religiosas, na organização social e no comércio: “Vem um mestre de navio de Portugal com quatro varreduras das lojas, com quatro panos e quatro sedas, que já se lhes passou a era e não têm gasto; e que faz? Isca com aqueles trapos aos moradores da nossa terra: dá-lhes uma sacadela e dá-lhes outra, com que cada vez lhes sobe mais o preço;”. 
     Vieira passa, assim, para as repreensões dos vícios de quatro peixes em particular, com o intuito de os evidenciar nos homens. Começa por repreender os roncadores, que, sendo tão pequenos, são arrogantes (“É possível que sendo vós uns peixinhos tão pequenos, haveis de ser as roncas do mar?!”). Repreende igualmente as rémoras pelo seu oportunismo e ronha (“ […] sendo pequenos, não só se chegam aos outros maiores, mas de tal sorte se lhes pegam aos costados, que jamais os desferram.”); os voadores pela sua ambição e presunção (“Não contente com ser peixe, quiseste ser ave […]”); e o polvo por ser um hipócrita e traidor, os piores defeitos de todos “[…] monstro tão dissimulado, tão fingido, tão astuto, tão enganoso e tão conhecidamente traidor!”. Desta forma, os vícios destes quatro peixes funcionam como metáforas dos vícios dos colonos de São Luís do Maranhão e da condição humana em geral.
     Finalmente, o orador utiliza a peroração para recapitular os aspetos do seu discurso e reforçar a igualdade entre os defeitos dos peixes e dos homens, através de um último aspeto. Vieira equipara de novo as duas espécies, lembrando que os peixes não podiam ser sacrificados por Deus, pois morrem fora de água, e que, pelo contrário, os homens, podendo sacrificar-se por Deus, também chegam em pecado e sem arrependimento ao altar: “[…] quantas almas chegam àquele altar mortas, porque chegam e não têm horror de chegar, estando em pecado mortal!”. Vieira acaba o seu discurso de forma humilde mas também tenebrosa, pois acrescenta que os seres humanos falham perante Deus porque a sua inteligência destrói a sua inocência e pureza, enquanto os peixes as conservam, pois são seres irracionais, não dotados de livre arbítrio, o que os conduz por caminhos mais próximos de Deus. Com isto, apela aos seus ouvintes para que respeitem, venerem e louvem a Deus. Ora, como os peixes não têm, realmente, características e capacidades humanas, infere-se que Vieira se referia aos humanos também nesta parte do seu discurso.
     As virtudes dos peixes são, então, a antítese dos defeitos humanos, e transparece a superioridade dos peixes relativamente à natureza humana, incluindo a do próprio Vieira; e os seus vícios são uma metáfora direta dos vícios dos homens, que são evidenciados por analogia.
    Para finalizar, podemos concluir que, através de uma multiplicidade de estratégias para dirigir as suas críticas aos homens, António Vieira consegue, de uma forma espantosa, repreender e levar os homens à mudança dos seus comportamentos e vícios, através de uma pregação aos peixes.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Proposta de Correção do Teste Intermédio de Português - 12º Ano

Trabalho realizado pelo aluno Bruno Pereira, 12º I 
Prof. João Morais
Grupo I

1) A Rémora é um peixe que se caracteriza pelo seu escasso tamanho (“os peixes menores”; “peixezinho tão pequeno no corpo”) e por uma força enorme, desproporcionada ao seu corpo (“tão pequeno no corpo e tão grande na força e no poder”). Tal força é-nos representada através do exemplo de a Rémora “se pega[r] ao leme de uma Nau da Índia” e “a prende[r] e amarra[r] mais que as mesmas âncoras”, ou seja, de ser capaz de imobilizar as embarcações. 

2) A analogia estabelecida entre a língua de Santo António e a Rémora baseia-se nos elementos comuns a ambos: a força e o poder, associados à humildade e à estatura reduzida. Assim, como a Rémora, peixe pequeno, é ainda capaz de imobilizar uma nau (“prende e amarra”) e de reorientar o seu trajeto, a língua de Santo António, com o seu poder persuasivo, é capaz de travar as paixões humanas, orientando, através da razão, as ações dos homens. 

3) A alegoria é uma figura de estilo que, aplicada nas pregações do Padre António Vieira, tem em vista a clarificação de uma ideia ou conceito concreto através de uma representação abstracta. Assim, o pregador exalta certos pecados humanos como a soberba e a vingança: a Nau Soberba representa a manifestação da vaidade e da arrogância dos homens (“velas inchadas do vento”), e a Nau Vingança, associada à guerra e à violência, é representada por elementos pertencentes à guerra (“artilharia abocada”). Consequentemente, virá o desastre e a destruição, resultante de tais pecados humanos (“bota-fogos acesos”): a destruição da nau nos baixos e através da batalha respectivamente. 


Opção 1: 
1) Esta interrogação exprime a preplexidade do poeta sobre a fragilidade da condição humana e resulta da sua reflexão perante a aparente impossibilidade de encontrar um lugar seguro, onde o ser humano se possa resguardar ("bicho da terra tão pequeno"). Nos versos 5 a 12, o poeta representa a sua emoção perante os perigos ("grandes e gravíssimos") a que o homem se expõe, na constante incerteza do seu "caminho de vida nunca certo", nunca se encontrando defendido de tais adversidades. 

2) A mitificação do herói n’ Os Lusíadas é-nos representada neste excerto através da valorização do esforço português em ultrapassar graves perigos – quer no mar, quer na terra –, assim como a sua fragilidade enquanto homens (“No mar tanta tormenta e tanto dano”; “Onde pode acolher-se um fraco humano”). Atente-se ainda na consciência da desproporção existente entre o “fraco humano” e o “Céu sereno”, no qual o poeta realça o heroísmo daqueles que enfrentam forças adversas e, assim, ascendem ao nível dos deuses. 

Opção 2: 

1) A conjunção adversativa “mas” estabelece um contraste entre a crença na existência de uma ilha onde todos os sonhos são alcançáveis (“terra de suavidade”) e a consciência de que, ao concretizá-la pelo pensamento, ela perde as suas virtudes e deixa de ser, por essa razão, um espaço perfeito. 

2) Na presente composição, destacam-se como características temáticas da poesia de Fernando Pessoa ortónimo a oposição sonho/realidade (“Não se se é sonho, se realidade”), a dor de pensar, que resultam na perda do significado da ilha por tanto pensar em como será (“Mas já sonhada se desvirtua, / Só de pensá-la cansou pensar”) e o recurso ao símbolo presente na caracterização da ilha (“ilha extrema do sul”). 


Grupo II 

Versão 1 
1.1) B 
1.2) C 
1.3) D 

Versão 2 

1.1) D 
1.2) B 
1.3) C 

2.1) A função desempenhada pelo pronome pessoal “nos” correponde ao complemento direto, visto que comuta com: a, os, as, os. 

2.2) Oração subordinada adverbial causal 

Grupo III 

Desde sempre, a palavra foi um veículo de persuasão, consciencialização e mobilização. Houve momentos na história em que a palavra – mais do que qualquer outra arma ou via violenta – teve um papel essencial na resolução de conflitos ou, até mesmo, um papel significativo numa mudança mais radical. Contudo, manterá, atualmente, a palavra esse efeito e manifestar-se-á com a mesma relevância nos assuntos atuais? 

Apesar das mutações sofridas pela sociedade, a palavra detém ainda a sua relevância no que se prende com a resolução de questões de cariz social. Ora, procurando sensibilizar os cidadãos para a questão da violência entre alunos (bullying), vários indivíduos reconhecidos mundialmente – desde atrizes a cantores ou apresentadores de televisão – uniram-se em campanhas de combate a este fenómeno. Exemplo disso é a campanha americana It Gets Better, que contou com o apoio de Ellen Degeneres e até mesmo do presidente americano Barack Obama: estes sujeitos, com o seu dom da oratória e da palavra, conseguiram fazer a diferença. 

Outro papel que a palavra assume no mundo atual é o da manipulação e persuasão dos consumidores. Repleto de slogans vistosos ou longos discursos manipuladores, as grandes empresas dos dias de hoje recorrem sistematicamente à palavra para atingir maiores números de vendas e records de vendas. Exemplo disso são empresas como a Hasbro e, até mesmo, a Nestlé, que criam publicidade dos seus produtos com uma linguagem própria para influenciar a compra por parte de um público alvo mais jovem. 

Posto isto, a palavra mantém, de facto, um impacto significativo nos dias de hoje: seja procurando a resolução de situações mais urgentes, seja apenas como estratégia de marketing.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

O retrato da mulher na poesia lírica de Camões

Trabalho realizado pela aluna João Cruz, 10º A, 2013/14
Prof. João Morais
 
         
        O retrato feminino é um tema recorrente na poesia lírica de Camões, descrevendo o sujeito poético a mulher ora na sua configuração ideal ora na sua existência mais concreta.
        O Renascentismo assenta em características como a harmonia e a perfeição, que perpassavam todas as artes, e o retrato da mulher ideal na pintura e na literatura – leia-se no modelo petrarquista – não é exceção. Este modelo define a mulher como possuidora de cabelos loiros, olhos verdes e faces rosadas. À perfeição física corresponde uma perfeição psicológica de modo que a mulher petrarquista apresenta um espírito calmo e representa uma mulher de poder superior, que exerce um domínio mágico («mágico veneno» in «Um mover d’ olhos brando e piadoso»), que cativa e submete o sujeito lírico.
        No soneto «Ondados fios d’ouro» reluzente está claramente representado o ideal de beleza feminina para Camões, nas faces, nos olhos e na boca (“perlas e corais”), apresentando-se a mulher perfeita, angélica. Outro exemplo é o vilancete «Descalça vai pera fonte», que tanto retrata a mulher com essa perfeição física como também com a «graça» (“Que dá graça à fermosura») e a pureza na roupa branca para além da sensualidade simbolizada no encarnado.
        Em contraste com este tipo de retrato, nas endechas «Aquela cativa que me tem cativo» o sujeito lírico descreve uma mulher espiritualmente em sintonia com o modelo petrarquista, mesmo que, fisicamente, Bárbara seja uma escrava de pele escura e olhos escuros, uma mulher mais exótica. Não podemos deixar de pensar numa presença feminina mais autêntica porque resulta da experiência do Poeta, no seu exílio noutras latitudes e longitudes.
         Em suma, Camões soube conciliar as nossas tradições literárias, desde a donzela da cantiga de amigo, passando pela divinização da mulher, até ao modelo ideal feminino de Quinhentos.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Concurso "Cartas e Poemas de Amor", 2013-2014 - Cerimónia de Entrega de Prémios

A cerimónia de entrega de prémios ocorreu na na biblioteca da ESSS no dia 14 de fevereiro. Deixamos aqui algumas lembranças fotográficas... :)


quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

As "Cartas e Poemas de Amor" - Concurso, 2013-2014

1º PRÉMIO (ex aequo)

POESIA

Estranho desafio o de contar
logo nesta forma tão complicada
Algo que em meus anos só enfada,
Esse mistério que é o amar.

Quis tal feito para eu alcançar,
em tão pouco dom a mestre confiada.
Talvez nasça a poesia do nada,
e voe com o vento pelo ar.

Na poesia dos poetas eleitos
o amor é fogo, paz e desespero,
conforto e mágoa, ruído e harmonia.

E assim com só quinze anos feitos
até que venha o amor espero,
que chegue e o que é me ensine um dia.

Lucas Costa, nº 22
10ºB
1º PRÉMIO (ex aequo)

POESIA
Amor de verdade

Por vergonha, nasce silencioso
Cresce n’alma, sincero e ardente
Sem palavras, fala e não mente
E só no olhar, grita gracioso.

É ser pureza e também vontade,
de voar mais alto que os mortais,
e sem medo, viver sonhos irreais
Em busca de um amor de verdade.

É procura incessante de fé
Numa ligação que fique de pé
E que pertença ao tempo sem fim.

Nunca se viu ou verá tal amor
Porque só os cegos sentem o ardor
E o escrevem, tal como eu, assim.

Miguel Dias, nº 28
10ºB
                                     2º PRÉMIO
POESIA

Este sentimento chamado amor,
Mesmo sem ser poeta tento expressar.
Será sentir o coração a rebentar
ou antes uma explosão de dor?

Uns temem-no dizendo que é destruidor,
que em mais nada nos deixa pensar,
que nos atormenta desde o acordar,
que nos deixa sem escudo protetor.

Outros no outro o ideal procuram,
alguém que para todo o sempre fique,
alguém em sua imperfeição perfeito,

alguém que cumpra o que ambos juram,
alguém que dos seus sonhos abdique,
que no outro reconheça o seu eleito.

Francisca Vera, nº13
10ºB


                                       3º PRÉMIO
POESIA

A loira cabeleira de Girvena
Que todo o povoado espantava
Os olhos onde a cor do mar estava 
A sua pele, composta e serena

E por entre as moçoilas de Tercena
A sua graça a todos deleitava
E em seu dócil repouso admirava 
O povo da vila de Barcarena

E em espera de eterna saudade
Fico à mercê do seu longo favor
Tudo se me escapa à minha vontade

E já em duvidosa lealdade 
Fico nūa obediente dor
Resta apenas uma breve amizade

José Maria Tamagnini, nº14
Caetano Castelo Branco, nº5
10ºE

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Resultados do Concurso "Cartas e Poemas de Amor", 2013-2014

Resultado do Concurso

 1º Prémio (ex aequo)
Miguel Dias, nº 28, 10º B
Lucas Costa, nº 22, 10º B
2º Prémio
Francisca Vera, nº 13, 10º B
3º Prémio
José Maria Tamagnini, nº 14 e 
Caetano Castelo Branco, nº 5, 10º E

Menção Honrosa

Ana Sofia Jesus, nº 3 e Bárbara Silva, nº 4, 10º B 

Ana Teresa Russo e Alice Leite, 10º F 

Catarina Gonçalves Fonseca, nº 10, 10º B 

Carolina Marques, nº 7 e Mariana Afonso, nº 11, 10º F 

Gil Coelho, nº 15, 10º B 

Lourenço Aguiar, nº 21, 10º B 

Marta Silva, nº 23, 11º A 

Marta Pereira, nº 19 e Madalena Veloso, nº 15, 10º E



quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Regulamento do Concurso "Cartas e Poemas de Amor"

Concurso Cartas e Poemas de Amor
Regulamento

Objetivos do concurso

1.   Fomentar e consolidar hábitos de escrita.
2.   Promover a criatividade e a imaginação.

Destinatários
1. Este concurso destina-se a todos os alunos dos 10º, 11º e 12º anos da  Escola Secundária Sebastião e Silva. 
Modalidades
1. São admitidos a concurso trabalhos inéditos,  nas modalidades de prosa e  poesia.
2. Os textos  não devem  exceder uma  página  A4, com espaço e meio entre linhas e  letra de tipo Times New Roman, tamanho 12 ou Arial tamanho 11.
3. Cada concorrente só pode entregar um trabalho.


Apresentação de Candidaturas
 1. Os trabalhos devem ser entregues ao professor da      disciplina de Português ou no balcão de atendimento da     biblioteca até ao dia 5 de Fevereiro.       
2.No final do trabalho deve constar: pseudónimo, identificação completa do autor (nome; ano; turma e número).
3. Todos os trabalhos devem indicar, no cimo da página, a modalidade a que concorrem.
4. A lista dos nomes dos alunos com trabalhos admitidos a concurso será divulgada no painel da biblioteca.
Júri
1. O júri é composto por três professores.
2. É da competência do júri definir os critérios para a avaliação dos trabalhos.
3. O júri reserva-se o direito de excluir do concurso os trabalhos que não exibam qualidade ou não cumpram as regras definidas neste regulamento. Qualquer indício de plágio é  punível com a desclassificação do texto.

Divulgação dos resultados e entrega de prémios
1. Após a decisão do júri há lugar à divulgação dos três textos vencedores.
2. A divulgação será feita com a publicação dos textos no blogue da biblioteca da escola http://blogesss-biblioteca.blogspot.pt/
3. No dia 13 de fevereiro, no painel junto à entrada da biblioteca, será afixado o resultado do concurso e a hora de entrega dos prémios.
4. A entrega dos prémios terá lugar na biblioteca, no dia 14 de fevereiro numa cerimónia pública onde serão lidos os textos vencedores.
Prémios
1. A definir pelo júri e direção da escola.

Classificação
1. Os trabalhos são classificados e premiados, não pecuniariamente.
2.  O júri pode atribuir prémios ex aequo , se entender que o respetivo  valor literário o justifica.
3.  A cada um dos concorrentes é entregue um diploma de participação.
Aceitação das condições
1. Os casos omissos ou as divergências na interpretação do presente regulamento são solucionados pelo júri.
2. Das decisões do júri não há recurso.
3. A entrega de trabalhos pressupõe a aceitação das condições presentes neste regulamento.

Concurso "Cartas e Poemas de Amor"