O BlogBESSS...

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Blog ou Blogue, na grafia portuguesa, é uma abreviatura de Weblog. Estes sítios permitem a publicação e a constante atualização de artigos ou "posts", que são, em geral, organizados através de etiquetas (temas) e de forma cronológica inversa.


A possibilidade de os leitores e autores deixarem comentários, de forma sequencial e interativa, corresponde à natureza essencial dos blogues
e por isso, o elemento central do presente projeto da Biblioteca Escolar (BE).


O BlogBESSS é um espaço virtual de informação e de partilha de leituras e ideias. Aberto à comunidade educativa da ESSS e a todos os que pretendam contribuir para a concretização dos objetivos da BE:

1. Promover a leitura e as literacias;

2. Apoiar o desenvolvimento curricular;

3. Valorizar a BE como elemento integrante do Projeto Educativo;

4. Abrir a BE à comunidade local.


De acordo com a sua natureza e integrando os referidos objetivos, o BlogBESSS corresponde a uma proposta de aprendizagem colaborativa e de construção coletiva do Conhecimento, incentivando ao mesmo tempo a utilização/fruição dos recursos existentes na BE.


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PS - Uma leitura interessante sobre a convergência entre as Bibliotecas e os Blogues é o texto de Moreno Albuquerque de Barros - Blogs e Bibliotecários.

sábado, 1 de maio de 2010

Estudo Ilustrado das Personagens de "Felizmente há Luar!" - 4ª parte


4ª parte e última...

O general Gomes Freire de Andrade e os seus amigos

Personagens do antipoder
Formam um grupo destacado, revelando-se ao longo da acção fiéis aos seus valores e a si próprios, unidos pela amizade e fidelidade a Gomes Freire.

General Gomes Freire de Andrade
General Gomes Freire de Andrade é a personagem central de toda a peça. Está sempre presente embora nunca apareça em cena. Assume uma grande importância no desenvolvimento da acção, pois condiciona a estrutura interna de toda a peça e os comportamentos de todas as outras personagens, surgindo nas palavras e pensamentos de todos.
O que sabemos sobre ele é através dos outros que, nos seus diálogos, discutem a figura do General. Assim, para os populares, apesar de General e estrangeirado, é um herói defensor da liberdade e da justiça, homem de grande coragem, “Um amigo do povo! Um homem às direitas! Quem fez aquele não fez outro igual…” ; para os amigos é visto como uma pessoa valiosa, amigo honesto, companheiro valente, franco, justo, leal, aberto, com grandes qualidades humanas, capacidade de liderança e defesa dos seus ideais, que enfrenta o poder instituído até às suas últimas consequências; e para os Governadores é uma ameaça ao poder absolutista, pelas suas ideias liberais e jacobinistas, “Trata-se dum inimigo natural desta Regência.”, “ Senhores governadores: aí tendes o chefe da revolta. Notai que não lhe falta nada: é lúcido, é inteligente, é idolatrado pelo povo, é um soldado brilhante, é grão-mestre da Maçonaria e é, senhores, um estrangeirado…”, homem de carácter firme, chefe de revolta perigoso e rotulado de traidor, devendo por isso ser morto e “abatido”. É primo e antigo camarada de armas de D. Miguel
Em suma, é amado pelo grupo de personagens que aspiram à liberdade e à abolição do regime absolutista, sendo visto como um herói; e é odiado por aquelas que vêem a sua existência como uma ameaça aos privilégios até então obtidos, sendo tratado como um tirano e um anti-herói.
Símbolo de esperança e liberdade, representa General Humberto Delgado e os outros políticos que foram presos por defenderem a integridade e a recusa da subserviência e por serem exemplos de coragem na defesa dos seus ideais.
Apesar de ser preso e executado numa fogueira em frente ao forte São Julião da Barra, a 18 de Outubro de 1817, General Gomes Freire de Andrade leva a uma reflexão sobre a situação política, social, económica e cultural do seu país, nomeadamente sobre o regime opressivo vigente que se fazia notar através das injustiças, das condenações e das torturas de todos aqueles que não apoiavam as ideias salazaristas. A sua luta serve para despertar consciências e para levar as pessoas a reagirem criticamente nas suas decisões.

 
Matilde Melo
Matilde Melo é a personagem dramaticamente mais elaborada de toda a peça “Felizmente há luar”.
Mulher de meia-idade, natural de Seia, uma terra pequena e pobre, foi criada entre árvores e penhascos e ensinada a amar Deus sobre todas as coisas. Quando conheceu o General, a sua vida era apenas um pequeno e limitado espaço dentro da sua aldeia. Mas com ele aprendeu a ver o mundo com outros olhos, vivendo os anos mais felizes da sua vida.
Amiga e mulher de General Gomes Freire de Andrade, mostra ser uma mulher carinhosa e apaixonada, revelando determinação e coragem. Apresenta um forte carácter, grande densidade psicológica e carga simbólica. “ Sou a mulher do general Gomes Freire d’Andrade.”
Surge no segundo acto como uma personagem de grande importância. Primeiramente aparece vestida de negro, desgrenhada e falando sozinha, após os polícias proibirem o ajuntamento de populares na rua. Quando se dirige a William Beresford usa um xaile à volta dos ombros. No final da peça, com o objectivo de ver o General pela última vez, veste a simbólica saia verde que o seu amado lhe comprou em Paris e que nunca chegara a usá-la até então. “Sabe o que é que ele fez com aquele dinheiro? Comprou-me uma saia verde. Disse-me que era para quando voltássemos a Portugal… […] Nunca a vesti…Nunca calhou, não sei porquê…”
É ela que tenta desesperadamente, pelo seu discurso e actos, salvar o General e tirá-lo da prisão, assumindo-se como voz da consciência e da revolta contra a injustiça humana. “Serei, então, a voz da sua consciência. (…)”; “Enquanto tiver voz para gritar…Baterei a todas as portas, clamarei por toda a parte, mendigarei, se for preciso, a vida daquele a quem devo  a minha!”. Enfrenta com heroísmo a falsidade e a hipocrisia do Estado e da Igreja, lutando pelos lemas da Revolução Liberal  - fraternidade, igualdade e liberdade — e pelos princípios que o seu marido tanto apoiava. À medida que se vai apercebendo da inutilidade das suas palavras, com o desespero, chega mesmo a questionar e contestar os valores que defendia, como o caso do próprio Deus.
Nela se concentra toda a força dramática da peça e a voz de um autor que, sob o motivo histórico, visa criticar a Ditadura Salazarista e todos aqueles anos conturbados do Antigo Regime. Matilde representa as mães, esposas, irmãs dos presos políticos que, lentamente, vão tomando consciência da situação política e que hesitam entre salvar a família ou defender o povo. No entanto esta mulher é, sem dúvida, uma força que tenta de tudo para defender os seus interesses e por denunciar as injustiças opressoras do poder social da altura.

Sousa Falcão
António de Sousa Falcão é o amigo inseparável de Matilde e de Gomes Freire. É o único amigo fiel ao General e representa as poucas pessoas que realmente lutam por aquilo e aqueles que amam, mesmo quando os momentos são os mais difíceis. Assistiu à morte do filho do casal amigo e apoia Matilde na sua luta.
Surge no segundo acto, acompanhando Matilde no seu sofrimento. Mostra-se solidário com esta e decide acompanhá-la para ir falar com os governadores. “ Não sei como agradecer-lhe tudo o que foi para nós, António: o amigo das coisas importantes e das pequenas coisas – essas pequenas coisas que só os verdadeiros amigos compreendem. Assistiu à morte do nosso filho e… agora, finge acreditar que vou ter ocasião de vestir a saia verde! Ainda que não creia, fico-lhe igualmente grata por ambas as coisas.”
Nutre uma grande admiração pelo General e pelos princípios que este defendia. A morte do seu amigo leva-o a reflectir sobre si próprio, sentindo-se culpado por não ter o mesmo destino, algo que não aconteceu graças à sua falta de coragem e cobardia. “(…) Só é digno de ser amigo de alguém quem de si próprio é amigo, Matilde, e eu odeio-me com toda a força que me resta. (…) As ideias de Gomes Freire são também as minhas, mas ele vai ser enforcado – e eu não. (…) Faltou-me sempre coragem para estar na primeira linha…”
Sousa Falcão representa as pessoas que acreditavam em Humberto Delgado mas que não tiveram coragem suficiente para intervir (com medo das represálias), ficando marcadas pelo desespero da situação. Podemos dizer que representa a impotência perante o despotismo dos governadores da época.

Frei Diogo
Frade Jerónimo Frei Diogo de Melo e Meneses é um representante do clero que faz parte do grupo de personagens do anti-poder, dentro da Igreja.
É uma personagem que aparece no segundo acto da peça, no meio de uma conversa entre o Principal Sousa e Matilde, após esta ter sido humilhada perante a resposta do governador quando lhe pede audiência.
É um homem sério, honesto, compreensivo e solidário que conforta Matilde com as suas palavras sobre o General Gomes Freire de Andrade. Frei Diogo apoia e elogia o General, afirmando que “se há santos, o General é um deles” ou “(…) Foi um privilégio que Deus lhe concedeu – o de viver ao lado dum homem como o general Gomes Freire” . Como homem sensível, compreende a dor que Matilde sente e procura confortá-la.
É o contraposto do Principal Sousa. Está consciente da injustiça de repressão e da perseguição política e é sincero em relação à sua posição, declarando o que realmente pensa e sente e não se dando ao trabalho de grandes subtilezas. “ Talvez tenha razão, Reverência, mas não sou homem para grandes subtilezas. (…)”
Em termos de paralelismo em relação à Década de 60, representa a facção da Igreja que estava consciente da situação, o grupo da Tribuna Livre (1968).

 

Breve Glossário de Outros Conceitos

Liberalismo
O Liberalismo é uma corrente política que abrange diversas ideologias históricas e presentes, que proclama como devendo ser o único objectivo do governo a preservação da liberdade individual. Concede o direito à discordância das doutrinas ortodoxas e das autoridades estabelecidas em termos políticos ou religiosos
Absolutismo
Absolutismo é um termo usado para identificar um regime político europeu, característico da Idade Moderna, que no caso português, de acordo com alguns autores, tem a sua "origem" no reinado de D. João I.
No Absolutismo português o rei era aclamado e obrigado a prestar um juramento pelo qual se comprometia a respeitar o povo, as leis da Igreja e os privilégios e costumes do reino, isto é, o monarca comprometia-se a aceitar a lei moral e religiosa, bem como as tradições.
       Depois de restabelecida a paz com Espanha na sequência das guerras da Restauração, entrou-se num novo período da monarquia absoluta, que englobava os reinados de D. Pedro II e D. João VI, durante os quais não houve uma mudança na estrutura absolutista continuou, de uma maneira geral, um Absolutismo tradicionalista. 
D. João VI
Rei de Portugal de 1816 a 1826, era filho segundo de D. Maria I e de D. Pedro III. Nasceu em 1767. Casou em 1785 com D. Carlota Joaquina, filha de Carlos IV de Espanha. Tornou-se herdeiro do trono por morte de seu irmão D. José, em 1788.
Em 1807, juntamente com a família régia, embarcou para o Brasil. D. Maria morreu em 1816 e D. João VI foi aclamado rei. Em 1820 deu-se a Revolução Liberal e o monarca regressou a Lisboa em 1821, onde jurou a Constituição Liberal de 1822.
D. João VI faleceu em 1826, deixando o governo entregue à regência da infanta D. Isabel Maria em nome de D. Pedro IV, imperador do Brasil. 
       D. Miguel
Terceiro filho varão de D. João VI e de D. Carlota Joaquina, nasceu em Queluz, a 26 de Outubro de 1802, e morreu em Brombach, a 14 de Novembro de 1866. Vigésimo nono rei de Portugal (1828-1834), ficou conhecido pelos cognomes o Usurpador e o Absolutista.
Na sequência da primeira invasão francesa, embarcou, em 1807, com a família real para o Brasil, de onde regressou acompanhado dos pais em 1821, tendo ficado o seu irmão D. Pedro a governar o Brasil.
       Aquando da morte de D. João VI, D. Miguel escreve para o Brasil e D. Pedro IV, numa tentativa de conciliação, abdica do trono português a favor de a sua filha D. Maria da Glória, na condição de ser jurada a Carta Constitucional e da sua filha casar com D. Miguel. Este não só celebra os esponsais com a sobrinha como jura a Carta Constitucional outorgada por seu irmão.
       Chegado a Lisboa em Fevereiro de 1828, D. Miguel jura novamente a Carta. Porém, decorrido pouco tempo, falta ao compromisso assumido com o seu irmão, nomeia um novo ministério, dissolve as Câmaras e, convocadas as cortes à maneira antiga, é proclamado pelos três estados do reino rei absoluto. Assim, inicia-se a guerra civil que se prolongaria por dois anos (1832-1834) e que levaria D. Maria II ao trono. Mais tarde, verificando a impossibilidade de continuar a luta, D. Miguel rende-se, assinando em 26 de Maio de 1834 a Convenção de Évora-Monte. No dia 1 de Junho de 1834, D. Miguel deixa definitivamente Portugal.
       D. Pedro IV
       Monarca português, segundo filho varão de D. João VI e de D. Carlota Joaquina, nasceu em Queluz em 12 de Outubro de 1798, onde faleceu em 24 de Setembro de 1834.
       Já no Brasil, casou com a arquiduquesa Leopoldina de Áustria, de quem teve dois filhos: D. Maria da Glória (1819) e D. Pedro (1825). D. João VI, por intimativas de Lisboa, nomeia regente do Brasil D. Pedro (devido à agitação popular no Rio, Pará e na Baía, de inspiração liberal) e volta a Portugal.
       Em 1822, o regente proclamava formalmente a independência brasileira, junto ao Ipiranga, estado de São Paulo, sendo mais tarde proclamado imperador do Brasil. Quando em 1826, D. João VI morre, e se abre o problema da sucessão, D. Pedro é proclamado rei de Portugal, conforme as determinações paternais. No decurso do seu breve reinado, confirma D. Isabel Maria na regência, outorga aos seus súbditos uma Carta Constitucional (V. este nome) e abdica, condicionalmente, da sua filha D. Maria da Glória, com a condição do casamento desta com seu tio D. Miguel (V. este nome), que devia jurar a Carta. Após a doação da Carta os acontecimentos precipitaram-se: em Portugal, D. Miguel começa a governar como rei absoluto (1827) e os liberais são expatriados, presos ou enforcados.
       Tendo abdicado de duas coroas, o ex-imperador do Brasil e ex-rei de Portugal, reduzido ao título de duque de Bragança, abandona o Brasil e dirige-se para a Europa com a filha D. Maria II, rainha de nome, por cujo trono se batiam os liberais portugueses espalhados pela Europa, ou reunidos na Ilha Terceira. O duque de Bragança decide empenhar-se pessoalmente na solução e a 3 de Março de 1832 assume a regência.
       A convenção de Évora Monte põe fim à cruel guerra civil, e exila o rei absoluto. Pouco mais viveria D. Pedro: só o tempo suficiente para ver as Cortes reunidas de acordo com a carta, tendo falecido 4 dias após o começo do reinado de D. Maria II.
       Carta Constitucional
A Carta Constitucional representou um compromisso entre a doutrina da soberania nacional, adoptada sem restrições pela Constituição de 1822, e o desejo de preservar os direitos régios, o que descontentou os vintistas, que eram mais radicais, e os absolutistas, bastante mais conservadores. Acabou, todavia, por ser jurada por todos, incluindo D. Miguel.
A Carta vigorou durante três períodos:
O primeiro entre Julho de 1826 e Maio de 1828, data em que D. Miguel convocou os três Estados do Reino, que o aclamaram rei e decretaram nula a Carta Constitucional;
- O segundo iniciou-se em Agosto de 1834, com a vitória do Partido Liberal na Guerra Civil e a saída do País de D. Miguel, e termina com a revolução de Setembro de 1836, que proclama de novo a Constituição de 1822 até se elaborar nova Constituição, o que sucedeu em 1838:
- O terceiro período começa com o golpe de Estado de Costa Cabral, em Janeiro de 1842, e só termina em 1910, com a República. Durante este último período sofreu três revisões profundas, em 1852, 1885 e 1896.
ão se sabe ao certo quem foi o seu autor, presumindo-se que tenha sido José Joaquim Carneiro de Campos. Quem quer que fosse utilizou como fontes a Constituição do Império do Brasil, a Constituição de 1822 e a Carta Constitucional outorgada por Luís XVIII de França em 1814.
       Convenção de Évora-Monte
       Convenção que pôs termo à luta entre os exércitos de D. Pedro e D. Miguel, celebrada entre liberais e absolutistas, e assinada em 26 de Maio de 1834, pela qual D. Miguel se obrigou, perante a Inglaterra, a Espanha e a França, a fazer depor as armas ao seu exército.
       Os miguelistas haviam ficado completamente desanimados e muitos oficiais abandonaram a causa absolutista levando consigo muitos soldados; o próprio coronel dos dragões de Chaves, que era compadre de D. Miguel e lhe devia muitos favores, desertou com quase todo o regimento. O procedimento deste militar foi censurado até pelos próprios liberais. As relíquias do exército de D. Miguel, abandonando as fortes posições de Santarém, atravessaram o Tejo em direcção a Évora, onde houve ideia de tentar a sorte das armas, porque as tropas miguelistas ainda ascendiam a dezanove mil homens, mas completamente desmoralizados por sucessivas derrotas.
       Reconhecendo a ineficácia de prolongar a resistência, assinou-se a convenção.
       Marxismo
       Sistema doutrinário do economista alemão Karl Marx (1818-1883), segundo o qual é a produção de bens materiais que condiciona, de modo geral, a vida social, intelectual e política, e que considera o colectivismo dirigido pelo Estado como termo fatal e necessário na evolução social.
       Nacional-Socialismo
       Movimento político chefiado por Adolf Hitler, que veio a governar a Alemanha desde 1933 até ao fim da II Guerra Mundial (1945), e cuja ideologia totalitarista assentava fundamentalmente num nacionalismo exagerado e ferozmente racista; Nazismo.

NOTA FINAL, dos autores:
   Com todo este trabalho de pesquisa e análise aqui apresentado,  esperamos ter ido de encontro do desafio que nos foi proposto inicialmente. Ao longo deste projecto foi-nos permitido assimilar novos conhecimentos, o que se mostrou muito positivo e enriquecedor para o nosso desenvolvimento académico.
Esperamos que o mesmo aconteça a todos os alunos que tiverem contacto com este trabalho sobre a obra Felizmente Há Luar!

Bibliografia

Fontes da Internet:
Ø      esbatalha.ccems.pt/romanicas/12ano/stau_monteiro/sintese.pdf
Ø      pt.wikipedia.org/wiki/Felizmente_Há_Luar!
Ø      aulaportugues.no.sapo.pt/textosapoiofhl.htm
Ø      www.lithis.net/52
FIM 

Publicado por José Fernandes Rodriguez

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